A Princesa
Maquiavel para Mulheres
Harriet Rubin
Comportamento 164 páginas
Harriet Rubin investiga por que as mulheres não
conseguiram conquistar mais poder e revela como resolver esse
problema, a partir de uma estratégia que combina as
táticas do amor e da guerra, sem fazer uso de esquemas
obsoletos de agressão, negociação ou
concessão. Rubin estimula as mulheres a exercerem seu poder,
exigindo antes de mais nada o que elas querem e merecem, sem se
conformar com menos, expressando o poder que já existe
dentro delas. Com base nas estratégias de grandes mulheres
guerreiras da história, Rubin traça uma mistura
inédita e excêntrica. A exemplo de "O
Príncipe", este tratado chama a atenção das
leitoras para que não aceitem menos do que a vitória,
trabalha com a intuição em vez da lógica, e
provocará paixão e indignação na mesma
medida. - Como uma mulher pode ser brilhantemente
transgressora.
- Ampliar o espaço em que se pode ser forte:
esse é o objetivo da princesa, não importa o tipo de
guerra.
- Como a mulher pode vencer as guerras da intimidade.
-
Insinuar poder. Esse é o segredo da princesa. Esse é
o ponto de apoio que faz a estratégia funcionar: a alavanca
do poder implícito.
- O amor como estratégia tem por
objetivo sustentar o sonho da lutadora, apesar das histórias
que falam das diferenças entre sonho e realidade.
- As
princesas vivem suas vidas como pessoas para quem o triunfo
é um direito nato.
- As princesas expressam seus desejos
com o virtuosismo de uma diva, sabem que têm direito a seus
anseios, e usam a força deles.
- Cada inimigo é um
futuro aliado para uma guerra maior do que ele possa imaginar.
Formada em poesia pela School of the Arts da
Columbia University, Harriet Rubin começou no setor
editorial como assistente de publicações. Há oito
anos, teve a idéia de criar um novo tipo de selo editorial,
dedicado à publicação de livros para a elite do
poder empresarial. Em uma época em que os livros de
negócios tinham títulos e capas medíocres,
Rubin inovou ao publicar autores arrojados, que desafiavam
o status quo com idéias revolucionárias sobre trabalho,
ambição e sucesso. Seu bem-sucedido e diferenciado
selo editorial, Currency, floresceu na Doubleday e já
publicou autores como Faith Popcorn (de "O Relatório
Popcorn", publicado pela Campus), Don Peppers e Martha Rogers,
("Marketing Um a Um", publicado pela Campus), Peter Senge, Max
DepPree, Andrew Grove (principal executivo da Intel) e outros
autores. Segundo o Wall Street Journal, o selo Currency
"revolucionou" a área de livros de negócios.
Além de suas intensas atividades editoriais Rubin
publica artigos no New York Times, Wall Street Journal, Publishers
Weekly e várias revistas femininas.
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