Você é o Máximo!
A história do puxa-saquismo
Richard Stengel
Administração e Negócios 280 páginas
Para quem não sabe, a bajulação começou
com os chimpanzés e é um comportamento
adaptativo que tem nos ajudado a sobreviver desde o tempo das
cavernas. Segundo o autor, a bajulação não passa
de um elogio estratégico e, para exemplificar a infinidade de
formas que ele assume, este livro traça a história do
puxa-saquismo, nos levando a uma viagem inteligente e original desde
os primórdios de nossa existência. Stengel vê
a bajulação pública como uma verdadeira
epidemia em nossa sociedade e o elogio privado como
excessivamente raro. Na maioria das vezes, porém, a
bajulação contemporânea não passa de uma
trapaça inofensiva, um crime que não faz vítimas
e freqüentemente termina fazendo tanto emissor como receptor
sentirem-se melhores.
Conheça algumas dicas do
livro:
- Como Bajular sem Ser
Descoberto
- Concorde, mas não com
tudo - Se você pretende lançar mão do
que os psicólogos chamam de "concordância de
opinião", não concorde com cada pequeno detalhe...
- Conte um segredo - Revele algo
íntimo.(Mas não, por exemplo, que você é
um bajulador descarado)...
- Peça
conselho - Nós gostamos das pessoas que pensam
que somos sabidos...
- Abra um banco de
elogios - Ou seja, vá fazendo pequenos
depósitos de elogios e favores...
Richard
Stengel foi editor sênior da Time e contribuiu para o The
New Yorker, The New Republic, GQ e a MSNB.com. Ele é
autor de January Sun, um livro sobre a vida numa pequena cidade
sul-africana, e colaborou com Nelson Mandela em Long Walk to
Freedom.
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