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Bondfaro
Dicionário de Ballet
Anna Pavlova (org.)
Dicionário
ISBN: 8570073127


No ballet, a maior parte dos termos técnicos são mencionados em francês. Por isso, para os alunos e alunas, as primeiras aulas teóricas ou práticas podem se tornar um paredão por desconhecimento da língua francesa. Mas aquilo que parece uma dificuldade maior ¾ e que este dicionário pretende amenizar ¾ acaba se transformando em uma facilidade maior, pois durante a evolução da sua educação ou até mesmo da sua carreira, quando deseja e pode dirigir o seu aprendizado para o exterior, todos poderão seguir as aulas ou os comandos dos ensaios, por que a língua usada continuará a ser o francês. Os professores em qualquer parte do mundo, usam os mesmos termos em francês. Isto é, o francês é a língua internacional do ballet.

Além disso, este novo dicionário apresenta uma longa série de ilustrações que acompanham os principais termos usados no ballet e começa com a ilustração das principais posições codificadas dos pés, dos braços, do corpo e das direções ou alinhamentos do corpo na sala ou no palco.

Este novo dicionário inclui, também, um resumo da história do ballet clássico e os principais nomes do Brasil e do mundo que fizeram parte dessa História.

Finalmente, devemos acrescentar que este novo dicionário de forma alguma substitui o professor ou a professora de ballet, figuras que merecem todo o nosso respeito e que, na maioria dos casos, constituem autênticos modelos de dedicação à arte suprema da dança.

¾ "Anna Pavlova"

 

HISTÓRIA DO BALLET

A dança nasceu com o Homem que sempre procurou dançar em situações festivas ou religiosas, mas o ballet, tal como é reconhecido hoje, surgiu na Itália no final do século XV, mais precisamente em 1489 no casamento do Duque de Milão com Isabel de Ararão. Depois, o ballet foi levado para França por Catarina de Médicis por ocasião do seu casamento com Henrique II. Em 1581, ela criou o Ballet Cômico da Rainha, para festejar o casamento da sua irmã. A França transformou-se, então, no grande palco do ballet mundial. Em 1661, foi fundada a Academia Real de Dança e, em 1713, a Escola de Dança da Ópera. O próprio Rei Luiz XIV, já em criança, começou a ter aulas de ballet e, aos 12 anos, fez a sua primeira apresentação na corte. Seu primeiro professor foi Pierre Beauchamp. Por volta de 1830, começou a época do ballet romântico, com as criações magistrais de Marie Taglioni (A Sílfide) e Carlota Grisi (Giselle). No final da era romântica, o centro mundial do ballet passou de Paris para S. Petersburgo, na Rússia. O coreógrafo francês Marius Petipa viajou e fixou-se para sempre naquele país. Serge Diaghilev fundou a era do ballet moderno e criou a sua própria companhia. Surgiram bailarinas e bailarinos lendários como Karsavina, Pavlova, Nijinsky e Fokine. Estava criada a Escola Russa de Ballet que, depois da Primeira Guerra Mundial, fomentou a sua expansão por todo o mundo e, principalmente, em Londres e em Nova York. Na Inglaterra, criou-se o Sadler’s Wells Ballet e, nos Estados Unidos, o Ballet Theater e o New York City Ballet. A partir de 1956, o Bolchoi de Moscou transforma-se em sensação mundial, com as lições de Vaganova, em S. Petersburgo. No Brasil, a primeira apresentação do ballet clássico foi realizada no Real Teatro de São João, no Rio de Janeiro, em 1813, um espetáculo dirigido por Lacombe, mas, só um século depois, com as apresentações das companhias russas de Diaghilev e de Pavlova, também no Rio de Janeiro, já no Teatro Municipal, o ballet brasileiro deslanchou definitivamente. Criou-se em 1927 a Escola de Dança do Teatro Municipal onde se formaram, entre outros, Berta Rosanova, Leda Yuqui, Madeleine Rosay e Carlos Leite. Mais tarde, outros nomes surgiram como Dalal Achcar e Márcia Haydée. Vaslav Veltchek dirigiu outra escola em São Paulo de onde saíram Alexander Yolas, Juliana Yanakieva, Raúl Severo, Aurélio Milloss, Tatiana Leskova, entre outros. Márcia Haydée e Ana Botafogo conseguiram grande expressão internacional. Entre as obras brasileiras de ballet que mais se destacaram, temos: Uirapuru, O Garatuja, O Descobrimento do Brasil, Maracatu de Chico Rei e Salamanca do Jarau.


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