Uma teoria revolucionária redefine
os conceitos de inteligência
Inteligência é emocão. QI não é
destino. O fascinante e convincente livro Inteligência
Emocional, de Daniel Goleman revela que a nossa visão
sobre este assunto ainda é muita estreita. Ao contrário
do saber científico que dominou o mundo ocidental no
últimos séculos, Daniel Goleman revoluciona conceitos
mostrando que o QI de uma pessoa não é garantia de
sucesso e felicidade. No Brasil, o livro de Goleman tornou-seu um
verdadeiro fenônemo editorial com mais de 400 mil exemplares
vendidos.
Utilizando inovadoras
pesquisas cerebrais e comportamentais, Goleman, PhD pela
Universidade de Harvard, mostra porque pessoas de QI alto
fracassam e outras, cujo quociente é mais modesto,
apresentam uma trajetória de vida de sucesso. O livro de
Goleman ainda derruba um outro tabu: o mito de que a
inteligência seria determinada pela genética. Para o
cientista, a inteligência está ligada à forma como
negociamos as nossas emoções. A inteligência
emocional seria esta capacidade de autoconsciência, controle
de impulsos , persistência, empatia e habilidade social.
A tese de Goleman está baseada numa
síntese original, feita a partir de pesquisas e recentes
descobertas sobre o funcionamento do cérebro. Ele mostra
como a inteligência emocional pode ser alimentada e fortalecida
em todos nós, principalmente na infância, período
no qual toda a estrutura neurológica encontra-se em
formação.
O livro provocou
polêmica ao ser lançado nos Estados Unidos, chegando
inclusive a ser capa da revista Time, e rapidamente
alcançou a lista dos mais vendidos. Daniel Goleman já
escreveu vários livros sobre ciência e atualmente
colabora para o The New York Times.