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Meu Querido Canalha
Carlos Heitor Cony, Ruy Castro, Aldir Blanc, Geraldo Carneiro e Marcelo Madureira
Contos   141 páginas
ISBN: 8573026456


Carlos Heitor Cony, Ruy Castro, Aldir Blanc, Geraldo Carneiro e Marcelo Madureira numa antologia de contos sobre cafajestes amorosos

Nenhuma mulher está livre de se apaixonar por um cafajeste de boa linhagem, homem cálido, amoroso e gentil – como os protagonistas dos contos deste livro. Eles não são especialmente bonitos ou ricos. O que torna esses canalhas irresistíveis é sua fascinante disponibilidade para ouvir uma mulher. Ouvir e, é claro, enredá-la em suas promessas de amor – proibido, dominado pela luxúria, com altíssimo teor de combustão.

Os autores aqui reunidos revelam artimanhas e obsessões desse delicioso personagem. Ruy Castro apresenta um insaciável Don Juan no Rio contemporâneo. Carlos Heitor Cony escreve sobre um jornalista que quer aprender a ser canalha, nos anos 50. Geraldo Carneiro constrói um conto a partir de uma sinopse de Bráulio Pedroso, sobre um ardiloso sedutor que transforma a vida de uma mansão na avenida Paulista. Aldir Blanc nos entrega o coração de um conquistador suburbano. E Marcelo Madureira estréia na ficção, construindo seu cafajeste com o humor escrachado que o consagrou no Casseta & Planeta.

O mais carioca dos mineiros, Ruy Castro nasceu em 1948. Jornalista desde 19 anos, tem diversos livros publicados e coordenou o relançamento da obra não-teatral de Nelson Rodrigues. Mora no Leblon, é flamenguista apaixonado, é casado com a escritora Heloisa Seixas, tem duas filhas de um casamento anterior (Pilar e Bianca) e dois gatos (Yellow e Fu Manchu) do casamento atual.

Carlos Heitor Cony nasceu em 1926 no Rio de Janeiro e só pronunciou suas primeiras palavras aos 5 anos. Com problemas de fala na infância, entendeu que para não se tornar motivo de chacota entre os amigos deveria dedicar-se à palavra escrita. Com uma carreira de escritor de muito sucesso e diversos prêmios, em março de 2000 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

O telenovelista Bráulio Pedroso nasceu em 1931 e revolucionou a TV brasileira com sua novela de estréia, Beto Rockfeller, exibida em 1968 pela TV Tupi. Trouxe para o melodrama um herói sem nenhum caráter, um galã mentiroso, amoral, esperto e cheio de ginga, que abusava do charme para se passar por milionário e manter duas namoradas. Baseado em seu manuscrito, "O Bom Canalha", Geraldo Carneiro adaptou e transformou em conto seu trabalho inédito. Geraldinho, como é mais conhecido, é poeta, roteirista, compositor, autor de teatro e cronista incansável. Nasceu em 1952 em Minas Gerais, mas mudou-se para o Rio de Janeiro aos três anos, onde vive atualmente.

Paranaense, flamenguista e pai de duas meninas, Marcelo Madureira faz do humor seu dia-a-dia. Aos 45 anos, redige e atua no programa Casseta & Planeta, urgente!, escreve com o colega Hubert a coluna Agamenon, no jornal O Globo e ainda participa do Sem Controle, do GNT, onde analisa, sempre pelo viés do riso, a programação do próprio canal a cabo. Adepto do humor escrachado, não costuma poupar ninguém, nem a si mesmo.

Aldir Blanc nasceu no Rio de Janeiro em 1946. Começou a compor ainda na adolescência e em 1996 ingressou na Faculdade de Medicina, onde se especializou em Psiquiatria. Largou a medicina definitivamente em 1973 e foi autor de muitos sucessos da MPB em seus mais de 40 anos de composições. É autor de quatro livros e foi homenageado no musical Aldir Blanc, Um Cara Bacana, escritor por Claudio Tovar e encenado em 1999.




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