A idéia de decadência na história ocidental (The Idea of Decline in Western History)   Saiba como comprar Entre em contato com a Record Conheça alguns lançamentos da Record para saber mais sobre a Record
Compare preços
para este título
Compare preços para este título

A idéia de decadência na história ocidental (The Idea of Decline in Western History)
Arthur Herman
História   546 páginas
Tradução de Cynthia Azevedo e Paulo Soares
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 8501050520

Pesquise títulos desta editora no Mercado Livre

Do nazismo à contracultura dos anos 60; dos socialistas fabianos britânicos aos multiculturalistas americanos; de Drácula e Freud a Robert Bly e Madonna — em A IDÉIA DE DECADÊNCIA NA HISTÓRIA OCIDENTAL, o historiador Arthur Herman mostra como a convicção sobre o inevitável fim da civilização dominou e influenciou o imaginário do Ocidente. Num roteiro biográfico impecável, Herman examina as idéias daqueles que passaram a rejeitar a civilização, ao ponto de condená-la: Arthur Gobineau, o aristocrata fundador da moderna teoria das raças; Friedrich Nietzsche, cuja filosofia vitalista do irracionalismo foi usurpada pelos fascistas e nazistas; e W.E.B. Du Bois, cuja visão hostil do Ocidente influenciaria de modo profundo o pensamento e o multiculturalismo afro-americano.

A IDÉIA DE DECADÊNCIA NA HISTÓRIA OCIDENTAL apresenta a investigação de Herman sobre os pensadores não-românticos que se tornaram obcecados pela imagem do fim de sua civilização: historiadores como Henry Adams; Arnold Toynbee, o grande cronista da história mundial; H.G. Wells, inventor da ficção científica; Sigmund Freud, o pai da psicanálise. Estes pessimistas históricos abriram caminho para os pessimistas culturais mais radicais, como Nietzsche e Du Bois, lançando a dúvida sobre a capacidade de a civilização ocidental renovar-se e solucionar os próprios problemas.

Posteriormente, estas correntes do pensamento decadentista envenenaram o poço da confiança européia, fazendo — como defende Herman — a decadência do Ocidente uma profecia auto-realizável. Intelectuais, artistas e escritores cada vez mais se voltaram ao que T.S. Eliot denominou "estranhos deuses", que continuam a dominar a imaginação moderna. Bertolt Brecht, Jean-Paul Sartre, Antonin Artaud, Frantz Fanon, Ezra Pound, Martin Heidegger e Norman Mailer, todos celebram a libertação do jugo da opressão sexual, do poder racial, da violência e da crueldade como novas formas de autenticidade humana, a qual eles acreditavam ser o antídoto vital para as forças destrutivas da alma da sociedade capitalista de classe média.

Ao mesmo tempo, novos movimentos políticos radicais surgiram prometendo uma liberação semelhante dos grilhões de uma civilização fracassada. Fascismo, nazismo, comunismo do Terceiro Mundo, Black Power e ambientalismo radical, todos saíram do mesmo caldo de premissas decadentistas, tornando-se parte perigosa do legado anti-ocidental do século XX. Arthur Herman é professor adjunto de História na Universidade George Mason e coordenador do Programa Civilização Ocidental no Instituto Smithsonian.




Record      Destaques      Contato      Como Comprar

editoras.com