Até amanhã, outra vez   Saiba como comprar Entre em contato com a Record Conheça alguns lançamentos da Record para saber mais sobre a Record
Compare preços
para este título
Compare preços para este título

Até amanhã, outra vez
Nélida Piñon
Romance   288 páginas
ISBN: 8501055158

Pesquise títulos desta editora no Mercado Livre

"Abro o armário. Urge escolher a máscara, das muitas que tenho, para ir à rua. Com ela enfrentarei os dissabores e as aventuras do meu cotidiano."

A Editora Record vem ampliando seu catálogo com um número expressivo de títulos de autores brasileiros. Entre os livros que passaram a ter o selo da editora, destacam-se os seis romances, a coleção de fragmentos e os três volumes de contos de Nélida Piñon, editados no ano passado. Agora, a Record publica mais um título da escritora: ATÉ AMANHÃ, OUTRA VEZ reúne as crônicas de Nélica publicadas na grande imprensa.

Nos textos, as reflexões e confidências da cronista que, partindo de detalhes absolutamente banais, conduz o leitor por caminhos inesperados. As crônicas reunidas formam um painel de idéias, sentimentos e emoções em que Nélida Piñon cola opiniões, retratos familiares, confidências, comentários sobre o dia-a-dia, viagens, dissabores, alegrias. Os temas são os mais diversos: Bill Clinton, clones do futuro, B.B. King, o mito Kennedy, Joãosinho Trinta, prazeres da mesa e cidades européias, entre outros.

Nélida Piñon nasceu em Vila Isabel, bairro da Zona Norte do Rio, no dia 3 de maio de 1937. Por ser de uma família originária da Galícia que há 70 anos vivia no Brasil, estudou por 13 anos na Espanha antes de cursar Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Colaborou em vários jornais e revistas literários e foi correspondente no Brasil da revista Mundo Nuevo assim como exerceu o cargo de editora assistente de Cadernos Brasileiros. Nélida publicou seu primeiro romance em 1961, Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Durante os anos 60, lançou o volume de contos Tempo das frutas e os romances Madeira feita cruz e Fundador, com o qual ganhou o Prêmio Walmap em 1969. Em 1970, Nélida inaugurou a cadeira de Criação Literária na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1972, lançou A casa da paixão, que recebeu o Prêmio Mário de Andrade.

Nas últimas duas décadas, Nélida Piñon dedicou-se à literatura e à vida acadêmica. Atualmente leciona na Universidade de Miami. Entre os prêmios recebidos ao longo desse mesmo período, destacam-se o Prêmio Internacional Juan Rulfo de Literatura Latino-Americana e do Caribe, em 1995; o Bienal Nestlé, em 1991; o Golfinho de Ouro, em 1990; o Prêmio José Geraldo Vieira, da União Brasileira de Escritores de São Paulo, em 1987; e o da APCA e o Prêmio Ficção Pen Clube, ambos em 1985. Recebeu também medalhas e diplomas de várias instituições nacionais e internacionais, como o Lazo de Dama de Isabel la Católica, outorgado pelo rei Juan Carlos da Espanha, em 1992.

Em 1990, Nélida Piñon entrou para a Academia Brasileira de Letras, na cadeira antes ocupada por Aurélio Buarque de Holanda. Em dezembro de 1995, foi eleita secretária-geral da casa e, no ano seguinte, tornou-se a primeira mulher a presidir a instituição. A seguir, a lista dos títulos relançados pela Record em 1998: Tempo das frutas, Fundador, A casa da paixão, Sala de armas, Tebas do meu coração, A força do destino, O calor das coisas, A república dos sonhos, A doce canção de Caetana e O pão de cada dia.




Record      Destaques      Contato      Como Comprar

editoras.com