Memória viva do regime militar   Saiba como comprar Entre em contato com a Record Conheça alguns lançamentos da Record para saber mais sobre a Record
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Memória viva do regime militar
Ronaldo Costa Couto
Relato   392 páginas
Formato: 16 x 23cm
ISBN: 8501055816

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Em dezembro de 1998, a história da ditadura brasileira, contada por um ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, foi para as vitrines das livrarias e para as listas dos livros mais vendidos. Janio de Freitas, no jornal Folha de S. Paulo, resumiu em poucas palavras a importância de História indiscreta da ditadura e da abertura, de Ronaldo Costa Couto: "Não é uma história no sentido mais usual da palavra. É um elenco minucioso e rico de cada episódio marcante entre o golpe de 64 e o fim do regime militar, com fatos, documentos e entrevistas valiosos, que Ronaldo Costa Couto buscou, organizou e retrabalhou com pertinácia espantosa. Livro de consulta e de leitura."

Três meses após o lançamento de História indiscreta, Ronaldo Costa Couto apresenta novas revelações sobre os bastidores dos anos de chumbo e sobre os últimos anos da ditadura. MEMÓRIA VIVA DO REGIME MILITAR apresenta a íntegra das entrevistas realizadas pelo autor durante quatro anos de pesquisa. Ministros, políticos — entre eles, quatro presidentes incluídos —, economistas, um cardeal e um jornalista, representantes de diferentes ideologias, credos e linhas partidárias, fazem revelações e dão suas versões sobre os fatos mais polêmicos. Desta vez, o tom é jornalístico: ágil e direto.

Em MEMÓRIA VIVA DO REGIME MILITAR, o período é analisado sob pontos de vista diversos, mas com um ponto em comum: todos os entrevistados tiveram participação, seja na linha de frente ou na oposição, no processo iniciado com a repressão política, na década de 60, e que chegou ao fim com a abertura, depois de 20 anos. Cada depoimento contém revelações, algumas apaixonadas, de um período importante da história recente do país.

A seleção é equilibrada e eclética, permitindo visões totalmente antagônicas sobre os mesmos fatos. Os economistas (Roberto Campos, Simonsen, Celso Furtado e Delfim Netto) não se limitam às analises financeiras, e incluem nos seus depoimentos uma visão crítica das questões sociais e políticas durante o tempo da ditadura militar. Genoíno, Lula, Cosenza e D. Luciano conheceram bem de perto a repressão implacável. Figueiredo, Geisel, Newton Cruz, os generais Leônidas Pires Gonçalves e Roberto França Domingues, do outro lado, desempenharam papéis importantes para os rumos históricos do país.

A relação de entrevistados de MEMÓRIA VIVA DO REGIME MILITAR inclui ainda Aureliano Chaves, Dornelles, Aécio, Antonio Carlos Magalhães, Faria Lima, Maluf, Pimenta da Veiga, Sarney, Thales Ramalho, Pedro Simon e Carlos Chagas.




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