Ao final de O diário de Bridget Jones, da
jornalista inglesa Hellen Fielding, a personagem Bridget varou a noite
em soluços até o raiar do sol com o homem de seus
sonhos, Mark Darcy. Agora, em BRIDGET JONES NO LIMITE
DA RAZÃO, ela descobre o que acontece quanto se tem,
de fato, o homem dos sonhos em casa — com todos os defeitos que
cada homem tem.
Atolada num pantanal de teorias dos
livros de auto-ajuda e em maus conselhos de suas melhores amigas
sobre parceiros; enfrentando uma ex-colega ladra de namorados; um
buraco de dois metros e meio na parede da sua sala; uma mãe
obcecada com descascadores de ovos cozidos e outros problemas,
Bridget mergulha numa epifania espiritual, que a leva das filas de
capuccino de Notting Hill para as praias cheias de palmeiras e
cogumelos mágicos da Tailândia. Detalhe: no meio de
tanta confusão, Bridget ainda consegue ser presa pela
polícia tailandesa depois de descobrir que - sem saber - serviu
de "mula", transportando drogas para traficantes
internacionais.
O diário de Bridget Jones,
primeiro livro de Hellen Fielding, vendeu mais de 40 mil
exemplares no Brasil e mais de dois milhões em todo o mundo.
Com ele, Fielding tornou-se uma das personalidades literárias
mais comentadas e bem sucedidas da Inglaterra.
"(Bridget Jones) é uma heroína inteligente,
atrapalhada e terna que faz a crônica de suas desventuras
românticas através de anotações hilariantes
em seu diário." - Newsweek
"Uma brilhante evocação da vida de uma
garota solteira numa determinada época... parece Anita Loos
saída de Jane Austen, e qualquer mulher que já teve
um emprego, um relacionamento ou, na verdade, uma mãe, vai
lê-lo e rir às gargalhadas." - Gill Hornby,
The Times
"O diário de Bridget Jones
toca com o inconfundível tom de alguma coisa que é
verdadeira até os ossos. Define o que escreve." -
Nicola Shulman, Times Literary Supplement.
"Uma brilhante criação cômica.
Até os homens vão rir." - Salman
Rushdie