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Em busca do povo brasileiro
Artistas da revolução, do CPC à era da TV
Marcelo Ridenti
História   492 páginas
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 8501058513

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Durante o regime militar, muitos artistas e intelectuais decidiram mostrar seu engajamento político através da sua arte e do seu pensamento, disseminando suas idéias e críticas. Músicas, filmes, artigos, livros tornaram-se as melhores e mais eficientes formas de protesto e contestação da ditadura e de discussão da verdadeira identidade do povo brasileiro.

Marcelo Ridenti retoma no livro EM BUSCA DO POVO BRASILEIRO: ARTISTAS DA REVOLUÇÃO, DO CPC À ERA DA TV a questão da identidade nacional e política do povo brasileiro, tendo como objeto de análise as discussões e manifestações de intelectuais e artistas nos anos 60 e 70. Ridenti mostra o que as músicas de Caetano Veloso e Chico Buarque, os poemas de Ferreira Gullar e Moacyr Félix, os dramas do Teatro de Arena e do Oficina e os filmes de Cacá Diegues e Glauber Rocha têm em comum: o romantismo revolucionário - prova maior do engajamento político e social da classe artística.

Neste livro, ricamente ilustrado com 32 páginas de encarte, entre fotos da época e obras de artistas, estão reunidos fatos e histórias dos febris anos 60 - quando a revolução parecia ao alcance das mãos -, da seguinte década de 70 - quando restava apenas sobreviver - e dos anos 80 - quando a euforia das liberdades reencontradas deu lugar a uma estranha perplexidade e a uma certa melancolia.

Ridenti utilizou várias fontes de pesquisa: material publicado em revistas, jornais e obras produzidas nos períodos, como discos, romances, quadros, poemas e filmes. O autor também fez inúmeras entrevistas com artistas e intelectuais e resgatou seus depoimentos aos meios de comunicação e a outros autores. Além disso, o livro oferece uma "cronologia brasileira", de 1958 a 1984, mencionando os principais acontecimentos e obras em diferentes áreas da política, cinema, teatro, música popular, literatura, artes plásticas, etc.

Segundo Ridenti, a questão da identidade nacional "foi-se diluindo ao longo dos anos, especialmente após o fim da ditadura civil-militar. Com a mundialização da economia e da cultura, que atingiu diretamente a sociedade brasileira nos anos 90, voltaram à tona velhas questões mal resolvidas sobre a identidade nacional do povo brasileiro".

Marcelo Ridenti é professor livre-docente de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e pesquisador do CNPq. Nasceu em São paulo, em 1959. É autor de O fantasma da revolução brasileira (Ed. Unesp, 1993), Classes sociais e representação (Cortez, 1994), Professores e ativistas da esfera pública (Cortez, 1995), entre outros livros e artigos.




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