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Bondfaro
Odylo Costa, filho
O homem com uma casa no coração
Cecilia Costa
Biografia   204 páginas
Coleção Perfis do Rio
Co-edição Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura / RioArte e Relume Dumará
13 x 21 cm


Não peçam a Cecilia Costa objetividade no perfil de seu tio Odylo Costa, filho. Ela afirma que para ser fria, objetiva e distante precisaria nascer de novo, esquecer tudo, abandonar a carne. Teria que ser de outra família, e não dessa que trouxe do nordeste o amor pelas letras. Pois o perfilado neste livro é um mito da família Costa, um homem com quatro faces: a cultura, o jornalismo, o coração e a poesia.

Esse homem foi jornalista até a medula, por inteiro. Orgulhoso de sua profissão, cronista político de intrigas palacianas, Odylo nunca comprou briga com ninguém por ideologias. Era um grande fazedor de amigos, que gostava da boa mesa e misturar essas duas características em almoços animados. E quando perdeu seu filho primogênito, em um episódio antecipatório do que viria a ser a violência no Rio e no Brasil, Odylo expressou a dor em alguns dos mais belos sonetos da língua portuguesa. Profissionalmente Odylo atingiu seu momento de maior brilho quando idealizou e deu início a reforma editorial e gráfica do Jornal do Brasil, assunto que até hoje causa polêmica, a despeito da unanimidade de que ali estava nascendo o moderno jornalismo brasileiro.

Para quem não conheceu Odylo, aqueles a quem seu nome não quer dizer nada, Cecília tem apenas uma coisa a dizer: que Odylo gostava muito de estar vivo e que viveu essa vida com intensidade.

Cecilia Costa nasceu no Rio de Janeiro em março de 1952. Estudou Literatura na UFRJ e História na UERJ. É jornalista desde os 24 anos, tendo ingressado na profissão como repórter da Revista Bolsa. Aos 25 anos foi para a Economia do jornal O Globo, onde trabalhou cinco anos. Passou depois pelo Jornal do Brasil e pela Gazeta Mercantil e voltou para O Globo, em 1988, como subeditora de Economia. Depois de mais 10 anos lidando com números, dívida interna e externa, inflação, mercados em crise, em abril de 1998 assumiu a editoria do Prosa e Verso, o caderno literário de O Globo.


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